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Faça bem feito o que quer que você faça

Poucas pessoas terão a oportunidade de fazer profissionalmente o que amam. Poucos serão capazes de serem úteis fazendo o que amam fazer.

No entanto, muitos poderão ajudar a resolver o problema dos outros, fazendo o que fazem de melhor, a despeito de não ser o que amam fazer.

Oh, presta atenção: Se você é uma dessas pessoas que conseguiu unir o ser útil com o fazer o que ama, parabéns. Você faz parte do pequeno e seleto grupo de afortunados e esse texto não é pra você

Vamos falar sobre o amor?

O amor é um sentimento. Como tal,  surge em nós quando ele quer, e, como todo e qualquer sentimento, vai embora, sem nos pedir licença, assim que sua atuação não é mais necessária.

Então, amar não é coisa que se queira sentir, é coisa que acontece em nós, por algum motivo.

Me parece tão improvável o amor se manifestar por causa de uma tarefa, mesmo que prazeirosa,  quanto a dor aparecer em você quando você acaricia seu gatinho.

Agora uma questão hipotética: E se você não ama ou se amou muito, mas não ama mais o que faz, você não fará ou não continuará fazendo o seu melhor?

A regra que eu sigo e estimulo que você siga também é: faça bem feito, como se amasse, mesmo não amando, ou em outras palavras, na moral.

Na moral significa fazer as coisas intencionalmente, de forma pensada. É como se você imitasse o comportamento de quem que ama, fazendo alguma coisa para a pessoa amada.

Oh, deixa eu falar pra você: eu não amo todas as coisas que eu faço para servir e ser útil profissionalmente.

Apesar disso, eu faço super bem, porque sou fiel aos meus valores morais e interessado em resolver, com maestria, o problema que o resultado do que eu faço se propõe a resolver.

Eu faço bem feito porque escolhi fazer e não porque senti fazer. Eu faço por disciplina. Eu faço porque me energiza fazer bem feito.

Eu faço porque decidi ser útil, entregando o que eu faço de melhor.

Infelizmente o que eu amo fazer não é o que eu faço de melhor para ser útil profissionalmente.

Pra dizer a verdade o que eu amo fazer é totalmente inútil. Então, as coisas que eu faço profissionalmente eu as faço na moral e não por amor.

Oh, presta atenção: faça o melhor que pode, nas condições que você tiver, independentemente se é por amor ou se é na moral, porque, se você pensar bem, para quem precisa do resultado do seu trabalho, tanto faz o que te inspira fazer com esmero e capricho.

Se não ama, faça com se amasse. É esse o meu lema, a minha missão, o meu propósito, o princípio que eu sigo, é como eu quero ser conhecido e lembrado.

Pense nisso e alegre-se!

Um forte abraço e que o seu dia seja magnífico!

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Sergio Naguel

Sergio Naguel ajuda palestrantes e instrutores a conquistarem mais engajamento das plateias com menos esforço e mais alegria por meio do método Palestra em Roda e como consequência mais contratos e maior remuneração.

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