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De: ser amado Para: ser admirado

De: ser amado Para: ser admirado
Por: Sergio Naguel

A gente tem três sentimentos que existem para preservar a espécie humana. As outras espécies eu não sei, mas estes funcionam conosco. São eles o MEDO – que projeta a possibilidade de sermos destruídos, a DOR – que nos alerta que estamos sendo destruídos naquele exato momento e o AMOR – que funciona em nós como um interruptor que desliga ou bloqueia o egoísmo intrínseco ao ser humano, de forma que nos importemos e cuidemos do outro .
 
Como o homem não nasce pronto – como os outros animais – e precisa ser cuidado por outras pessoas, quando somos crianças, e por isso vulneráveis e dependentes, o maior medo que temos é o medo de não sermos amados.
 
Precisamos que nos amem porque, caso contrário, não sobreviveremos.
 
Em nossa cabeça de criança, para que nos amem precisamos ser 100% perfeitos. Ninguém pode saber que somos imperfeitos. E se descobrirem? Pode ser que não nos amem.
 
Esse tipo de pensamento se justifica na infância e parte da adolescência, mas em hipótese nenhuma na fase adulta. E muito adulto continua pensando que é criança e vive atrás de um afago ou colo. Continuam querendo serem amados.
 
O medo de ser julgado imperfeito, o medo de não performar bem, faz com que a pessoa adulta ou arrisque pouco ou nem arrisque nada. Olha que loucura! Claro que não são todos, mas posso lhe garantir, é quase todo mundo assim.
 
Eu estou plenamente convencido de que os caras campões, os grandes vencedores, só estão onde estão porque os caras se desafiam e desafiam o sistema o tempo todo. Eles não dão a menor bola para o que os outros pensam deles. Eles trocam o ser amado pelo ser admirado.
 
E quem é que está na vida desafiando e arriscando assim o tempo todo? Muito poucos. As pessoas, em geral, estão na vida se mantendo conservadoras, na segurança. Se acertar, acerta pouco. Mas se errar, também erra pouco. Procuram se manter na média e está tudo certo, já vai ter o salário. Já não vai levar bronca, não dá para ser demitido.
 
As pessoas medíocres não buscam o elogio, fogem da bronca. Fazem o que foi estritamente mandado fazer. Não criam, não inovam, não empreendem. Levam a xícara de café usada para a copa, mas não arriscam limpar a marca do café na mesa. Vai que não é para fazer isso, né?
 
E é assim que mais ou menos as pessoas medíocres – que estão na média – fazem a gestão do amor, das coisas da vida. Imagino que isso deva gerar muito sofrimento e adiar a felicidade.
 
Para ganhar o direito de prosperar, de ser feliz, de encontrar o grande amor da vida, a pessoa precisa de, no mínimo, três coisas 1- saber quem ela é – ela tem que saber que não é mais criança, vulnerável e dependente; 2- tem que ter bem definido no que ela acredita – saber seus princípios, crenças e valores; E 3- estas crenças têm que estar tão bem definidas, que a pessoa estará disposta a morrer por elas – isso define a sua identidade moral inabalável.
 
Ouça-me: eu garanto que quem sabe quem é e o que quer na vida vai além, supera obstáculos, transcende.
 
Agora eu pergunto: você já sabe quem você é? já sabe o que você quer? Então vá descobrir urgente, para não chegar na véspera de 2019 reclamando que 2018 não foi bom pra você.
 
Então, como sugestão:
 
Em vez de você esperar por 2018, não seria melhor fazer 2018 esperar por você?
Em vez de dizer: “2018 vai ser melhor”, que tal dizer “Eu serei melhor em 2018”?
Em vez de dizer: “Que 2018 seja um ano excelente”, que tal usar “Eu serei uma pessoa excelente em 2018”?
Em vez de ficar na esperança dizendo: “tomara que 2018 me traga…”, que tal agir e oferecer algo à 2018?
 
Estamos no ano do fazer! Nada menos interessa. É isso.
 
(Inspirado na fala do palhaço Marcio Libar)

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Sergio Naguel

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